Terça, 29 de Julho de 2008 - 20:43. Arquivado em: esporte
Quarta-feira 25/06 21:50 Bragantino 1 x 1 Corinthians
O jogo foi resolvido no segundo tempo.
O Bragantino saiu na frente, aos 7min. Falta de longe, onde Júlio César poderia ter defendido. 1x0 Bragantino.
Acosta, que entrou no intervalo, mandou uma bola no travessão.
O ex-corintiano Moradei foi expulso. Acosta sofreu pênalti. Chicão empatou. 1x1. E ficou nisso. Segundo empate.
CORINTHIANS
Julio Cesar; Carlos Alberto (Alessandro), Chicão, William e Wellington Saci (Acosta); Nilton (Lima), Elias, André Santos e Douglas; Dentinho e Herrera
Técnico: Mano Menezes
BRAGANTINO
Gilvan; Vanderlei, Da Silva e Gustavo (Rodrigo); Nego, Moradei, Somália, Malaquias (Fernando) e Pará; Davi (Marcinho) e Nunes
Técnico: Marcelo Veiga
Local: estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Árbitro: Claudinei Foratti Silva (SP)
Auxiliares: Evandro Luis Silveira (SP) e Marcelino Tomaz de Brito Neto (SP)
Cartões amarelos: Da Silva, Nego, Somália, Gilvan (Bragantino); Nilton, Chicão (Corinthians)
Cartão vermelho: Moradei (Bragantino)
Gols: Pará, aos 7min, e
Chicão, aos 25min do segundo tempo
Terça, 29 de Julho de 2008 - 20:41. Arquivado em: esporte
Sábado 21/06 16:10 Ponte Preta 1 x 1 Corinthians
Felipe ainda fora. Willian e Fabinho suspensos. Alessandro machucado.
Aos 5 min, Elias cobrou escanteio pela direita, na primeira trave, Herrera cabeceia pro GooooOOOOLLL!!! 1x0!!!
35min, Carlos Alberto faz uma lambança na área e derruba o adversário. Pênalti que o goleiro Júlio César defendeu!
Parecia que o Corinthians manteria os 100%. Parecia. Quase aos 40min do segundo tempo, cruzamento da esquerda da Ponte, Danilo Neco tocou sozinho na pequena área para o gol. 1x1, placar final.
PONTE PRETA
Aranha; Jean, César (Rafael Ueda) e João Paulo; Eduardo Arroz, Ricardo Conceição, Bilica, Leandrinho (Danilo Neco) e Vicente; Luís Ricardo (Wanderley) e Leandro.
Técnico: Paulo Bonamigo
CORINTHIANS
Julio Cesar; Carlos Alberto, Fábio Ferreira, Chicão e André Santos; Nilton, Elias, Eduardo Ramos (Carlão) e Douglas; Dentinho (Lulinha) e Herrera (Acosta).
Técnico: Mano Menezes
Data: 21/06/2008 (sábado)
Local: estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Árbitro: Phillippe Lombard (SP)
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto (SP) e Anderson Moraes Coelho (SP)
Cartões amarelos: Fábio Ferreira, Douglas, Chicão, Eduardo Ramos, Herrera, André Santos, Carlão e Júlio César (Corinthians); Danilo Neco, Leandrinho e Leandro (Ponte Preta)
Gols:
Herrera, aos 5min do primeiro tempo; Danilo Neco, aos 40min do segundo tempo.
Terça, 29 de Julho de 2008 - 20:36. Arquivado em: esporte
Sábado 14/06 16:10 Corinthians 4 x 1 Brasiliense
A ressaca da perda do título da Copa do Brasil. Felipe perdeu a vaga pra Júlio César. Mas o Corinthians não deu chances ao Brasiliense e manteve o 100% de aproveitamento.
O primeiro gol veio de bola parada, aos 16 min do primeiro tempo. Alessandro cobrou escanteio na direita, na marca do pênalti Willian cabeceia forte. GOOLL!! 1x0 Timão.
Aos 21min do segundo tempo, Fabinho tenta chutar uma, duas vezes, a bola sobra pra Dentinho, que só rolou pra Herrera marcar. GOL, GOL, GOL!!!
2x0.
Herrera, aos 24min, sofreu pênalti. Chicão cobrou bem, goleiro de um lado, bola no outro. GOOOL!! 3x0!!
Aos 44min, contra ataque rápido do Corinthians. Douglas faz um lindo lançamento pra André Santos, que entra na área e dispara no cantinho esquerdo do goleiro. GOLAAAAAÇOOO!!! 4x0!!!!
Um minuto depois, o Brasiliense desconta com Adrianinho. 4x1. Goleada do Corinthians na ressaca da Copa do Brasil.
CORINTHIANS
Julio Cesar; Alessandro (Carlos Alberto), Chicão, William e André Santos; Fabinho, Eduardo Ramos, Elias e Douglas; Dentinho (Lulinha) e Herrera (Lima)
Técnico: Mano Menezes
BRASILIENSE
Guto; Valdir, Fábio Braz, Aílson e Kabrine; Bidu (Moré), Coquinho, Jardel (Juninho) e Adrianinho; Jóbson (Rodrigo Félix) e Alex Alves
Técnico: Alfinete
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Antônio Hora Filho (SE)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Almirdrovandro da Silva Lima (SE)
Público: 19.164
Renda: R$ 346.204,00
Cartões amarelos: Lulinha (C), Jóbson, Alex Alves e Bidú (B)
Gols:
Willian, aos 16min do primeiro tempo;
Herrera, aos 21,
Chicão aos 26min,
André Santos aos 44min e Adrianinho aos 46min da segunda etapa.
Segunda, 21 de Julho de 2008 - 19:33. Arquivado em: internet
Definitivamente, o Google é uma empresa sinistra. No bom sentido, se é que existe bom sentido pra palavra "sinistra".
Eu estava usando o Google Maps, e achei a opção do Google Local Business Center, que é o serviço pra indexar sua empresa no Google Maps.
Você vai lá, preenche os dados da empresa, informações sobre a localização, imagem e até vídeos, via youtube. Pra validar, existem 3 processos, via sms, via telefone comum e via cartão postal.
Meio incrédulo, fui na opção via telefone. "Duvido que vão ligar aqui". Tinha 2 botões, 1 pra "ligar agora" e outro pra "ligar em 5 minutos". Apertei o botão, e uns 10 segundos depois o telefone tocou... e era uma mensagem do Google mesmo. Sinistro. Não sei como funciona o processo, de onde vem a ligação (em inglês) e o passo a passo pra autenticar o processo foi muito simples.
Esses caras realmente são foda.
Quinta, 10 de Julho de 2008 - 17:13. Arquivado em: miscelanea
Os deputados acabam de propor a revogação da tão comentada "LEI SECA". Após 7 dias
de análises e acompanhamento dos resultados, ficou comprovado que o número
de acidentes e barbaridades no trânsito aumentou, porque os bebaços estão
passando o volante para as mulheres.
As autoridades concluíram que o Bebado dirigindo é mais seguro do que mulher ao volante.
Obs: isso é uma piada.
Terça, 08 de Julho de 2008 - 02:19. Arquivado em: esporte
Antes de continuar relatando a campanha corintiana na Série B, uma coisa não poderia ficar para trás, obviamente. Esta coisa, no caso, foi o quase título da Copa do Brasil. Estou escrevendo isso no dia 7 (são mais de meia-noite, então é 8) de julho, se não me engano 1 mês depois, ou seja, já deu pra assimilar mais a perda e fazer uma análise mais racional.
Depois de um ano catastrófico, a vinda de Mano Menezes foi a luz no fim do túnel. O Corinthians começou o ano com o Paulistão, com atuações até convincentes. Esteve com chances de se classificar para as finais, mas tomou um balde de água fria e caiu na real. Até aí, nada de muita tristeza, afinal, não era de se esperar logo de cara um título depois do rebaixamento. E o Timão continua sendo o clube que mais ganhou o Paulista.
Daí veio a Copa do Brasil. O time foi fazendo a lição de casa. Até que chegaram os jogos contra o Goiás. O mesmo que disputou com o Corinthians a permanência na Série A. E o primeiro jogo foi um desastre. O Timão tomou uma goleada inacreditável no Serra Dourada (3x1) e o nome do jogo foi o ilusionista Paulo Baier. É impressionante como um jogador muda quando joga em casa. Tudo parecia perdido. O Corinthians parecia o timinho que caiu.
O jogo de volta, o inesperado. O inesperado que só acontece com o Corinthians. Muitos já diziam que o alvinegro já estava eliminado. A torcida compareceu em peso pra segurar a onda. E deu tudo certo, de forma inacreditável. Um gol no começo era o necessário pra acalmar o time e buscar os 2x0. E aconteceu, não só 1, mas 2,3 e 4!!!! A equipe simplesmente não deixou o Goiás entrar em campo. Corinthians reverteu a vantagem, e muito bem.
A partir daí, o otimismo tomou conta de todos. Eu, inclusive, claro!
Próximo jogo, São Caetano, nossa pedra no sapato. Retrospectiva e lembranças negativas... que nada!! Ganhamos os dois jogos de forma convincente. Nada parecia parar o Corinthians!
Muito menos o Botafogo! Time difícil, mas a empolgação era enorme. Primeiro jogo lá. O Corinthians embalado fez 1x0 no primeiro tempo. Mas no segundo, o Botafogo fez prevalecer o mando de campo. Empatou e no final do jogo, virou, 2x1. Tínhamos que reverter em São Paulo, outra vez!
Segundo jogo da semifinal. Torcida corintiana lotou o Morumbi, pra variar.
Primeiro tempo, nada de gols. Segundo tempo, gol do Corinthians. Logo depois, empate botafoguense em falha de Felipe.
Mas Chicão tratou de desempatar. Mesmo resultado do Rio, decisão por pênaltis. Felipe, brilhou, defendeu um pênalti e levou o Timão pras finais.
A meta do ano era subir pra série A. Uma Copa do Brasil, assim, já como recompensa e de quebra a Libertadores no ano que vem?? Maravilha. O corintiano passou a querer mais. Sonhar mais. O último obstáculo?? Sport de Recife, que já havia desbancado Palmeiras, Inter-RS e Vasco.
Primeiro jogo das finais em São Paulo. Já havia o discurso que um bom resultado aqui era muito importante, pois na Ilha do Retiro o Sport se superava e superava a todos. E o Corinthians estava fazendo seu papel aqui, fazendo 3x0. Mas aí surgiu um "detalhe", que custou muito caro depois. Enílton diminuiu para o Sport (3x1), no finzinho do jogo! "O gol do título", segundo o "profético" Carlinhos Bala.
Para o jogo final, o Corinthians foi com alguns dias de antecedência. Ficou um clima estranho de vantagem. Jogadores tomando sol na piscina. Tudo parecendo as mil maravilhas. O Sport poderia fazer 2, mas com certeza o Corinthians também faria gol, certo? Errado.
O Corinthians entrou medroso. Recuado. Só se defendia. Chutão pra frente. Ridículo. Quando estava com a bola, não ousava sair jogando, passar pelo meio de campo... nada. Era chutão da zaga pra tentar o ataque. E foi castigado. Carlinhos Bala fez 1x0 aos 35min. E logo depois, pra desespero corintiano, Sport faz 2x0, em falha de Felipe. E foi isso. Nada mais que isso. O Corinthians tinham tempo pra fazer 1 gol pelo menos, e não fez. E o sonho do caminho mais curto pra Libertadores não aconteceu. A realidade voltou. Pés no chão. O objetivo no início era qual mesmo?? Ah, sim, subir pra Série A. E vamos nessa, né, fazer o quê...
Segunda, 07 de Julho de 2008 - 02:04. Arquivado em: esporte
Mais uma vez falando na Espanha. Mais uma vez falando de esporte (o nome adequado deste blog seria morelessport?).
Não poderia deixar de falar sobre a épica vitória de Nadal sobre Federer em Wimbledon. Foi um jogão de tênis, mesmo para aqueles que, como eu, demoraram a entender porque a contagem é 15, 30, 40 e por aí vai.
Foi um jogão em quantidade e qualidade. Quantidade porque durou quase o dia todo, devido às chuvas que caíram em Londres (novidade?). Qualidade porque foi super disputado, palmo a palmo. Jogaram nada menos que 5 sets.
Nadal veio a Wimbledon pra ser campeão. Se não fosse hoje, não seria nunca, dada a determinação, qualidade, raça. Ganhou os dois primeiros sets com propriedade, mesmo com apenas uma quebra de saque em cada. Mas Roger Federer é Foderer, e ganhou os outros dois sets, no tie-break, com mais dificuldade do que Nadal nos dois primeiros.
E no último set continuou o equilíbrio. Mas Nadal ganhou, pois estava num dia iluminado.
Foi um jogo bonito de se ver. Nadal mereceu. Mas torci pra Federer, porque a sua qualidade técnica é superior.
Infelizmente, hoje em dia quem ganha não é necessariamente o melhor. Comparativos: a Itália que ganhou do Brasil em 82 era muito mais força, Brasil muito mais técnico e bonito de se ver. A própria Itália, que venceu a França em 2006 era muito mais tática e força, afinal, a França ainda tinha o brilho do craque Zidane. O basquete americano perdeu o brilho depois que Shaquille O´Neal virou símbolo de estrela da NBA. Estrelas eram Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird e o Dream Team inteiro (o verdadeiro, de 92). Daí apareceram Yao Ming e cia. No próprio tênis, a decisão das duas superatletas Venus e Serena Williams. A pequena, mirrada e super talentosa e vencedora Justine Henin se aposentou, uma pena.
Não poderia deixar de falar também do super herói Gustavo Kuerten, que superou problemas físicos com seu talento e genialidade.
Notem que não estou desmerecendo de forma alguma a vitória de Nadal. Foi superior a Federer, errou menos e estava obstinado por este título. Mas não podemos negar que a Força venceu a Arte mais uma vez.